Guitarrista · BR
MB

Marcelo Barbosa

Guitarrista brasileiro do Angra desde 2015, também ligado ao Almah, Khallice, GTR Guitar Institute e mB Guitar Academy. Seu som privilegia precisão, estabilidade e clareza em repertório técnico.

Bandas
Angra2015-presenteAlmah2007-presenteKhallice1994-presente
6Equipamentos
2Análises
1994Desde
Sobre

Quem é Marcelo Barbosa

Marcelo é um guitarrista de Brasília que construiu a carreira entre palco, estúdio e ensino. A página oficial da Ibanez registra Marcelo como artista da marca, ligado a Angra e Almah, e aponta a série RG como modelo usado. A mesma biografia destaca a trajetória de Marcelo desde os 12 anos, a atuação profissional ainda jovem, a fundação do GTR Guitar Institute em 1996, o estudo na Berklee com bolsa integral em 2002 e a entrada no Angra em 2015.

No Angra, Marcelo assumiu uma função difícil: entrar em uma banda com histórico técnico muito forte sem transformar a guitarra em caricatura de outro músico. A leitura mais justa do som de Marcelo é a de um guitarrista de alta consistência. O valor está na limpeza de execução, no controle de afinação, na organização de timbres e na capacidade de tocar repertório complexo com previsibilidade noite após noite.

A história de Marcelo como professor também aparece no jeito de tocar. O perfil não é de um guitarrista que depende de ruído, excesso de saturação ou caos de palco. Marcelo soa mais metódico: ataque claro, escolha de notas organizada, base firme e lead com volume controlado. Para quem toca, essa é a parte mais útil da página: entender como um setup de metal progressivo precisa revelar a mão do músico, não esconder imprecisão.

A mB Guitar Academy reforça esse lado didático ao apresentar Marcelo como professor com mais de 25 anos de experiência e mais de 20 mil alunos. Esse contexto importa porque ajuda a explicar por que o timbre de Marcelo tende a ser funcional e direto. A guitarra precisa responder rápido, manter afinação e funcionar em volume de banda, mas o centro continua sendo execução, estudo e controle.

Estilo

Estilo e timbre

O timbre de Marcelo no Angra fica no território da guitarra moderna de metal progressivo: ganho firme, mas sem sobra exagerada; médios suficientes para aparecer entre baixo e bateria; ataque rápido para bases técnicas; e lead com sustain sem salto de volume descontrolado. É um som mais limpo do que barulhento.

A escolha por instrumentos da família Ibanez faz sentido nesse contexto. A RG é uma plataforma de superstrato associada a 24 trastes, acesso confortável, escala longa e resposta rápida, características que combinam com bases rápidas, harmonias e solos de repertório progressivo. Marcelo precisa de uma guitarra que acompanhe a mão direita e a afinação, não de um instrumento vintage demais ou solto demais.

O que separa Marcelo de uma leitura genérica de metal é a disciplina. Cordas em bom estado, palheta consistente, cabo confiável e timbres nivelados importam tanto quanto amp ou captador. Em músicas do Angra, o som precisa alternar base, lead, clean e harmonia sem parecer que o guitarrista trocou de universo a cada seção.

Influências citadas
RushPink FloydLed ZeppelinMetal progressivoFusionKhalliceAlmahBerklee
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3 modelos

Guitarras

I

Ibanez RG

Ibanez·fase Angra / Almah·Angra
Verificado

Família de superstratos da Ibanez com escala 25.5", acesso profundo aos últimos trastes, versões de 24 trastes, configurações HH ou H-S-H conforme o modelo, e ponte fixa ou tremolo dependendo da linha. É a referência central de Marcelo nas fases Angra e Almah.

I

Ibanez QX52

Ibanez·2021-presente
Verificado

Headless de 6 cordas da série Q. Corpo de okoume, braço Parallel Wizard em roasted maple/bubinga, escala de ébano, 24 trastes jumbo inox, ponte Mono-Tune e captadores Q58 em configuração HH. Aparece em review de Marcelo no próprio canal.

I

Ibanez QX527PB

Ibanez·2021-presente
Verificado

Headless de 7 cordas da série Q. Top de poplar burl sobre corpo de okoume, braço Parallel Wizard-7 em roasted maple/bubinga, escala roasted birdseye maple, 24 trastes jumbo inox, ponte Mono-Tune e captadores Q58-7 HH. Registrada em review de Marcelo.

1 modelo

Amplificadores

K

Kemper Profiler

Kemper·fase recente·Angra
Verificado

Plataforma de profiling/modelagem usada por Marcelo em conteúdo próprio sobre presets MB Kemper. Funciona como rig programável para armazenar timbres de base, lead e clean com volumes nivelados. Em contexto de Angra, a vantagem é repetibilidade de palco e troca rápida entre sons.

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Cordas e acessórios

E

Cordas Elixir

Elixir·fase atual
Verificado

Cordas revestidas associadas a maior durabilidade de brilho e ataque. Em repertório técnico, ajudam a manter resposta mais estável entre bases limpas, bends e passagens com ganho, reduzindo a tendência de compensar corda velha com excesso de drive.

D

Dunlop / Santo Angelo / GruvGear

Dunlop / Santo Angelo / GruvGear·fase atual
Verificado

Conjunto de suporte para palco e estudo: palhetas Dunlop, cabos Santo Angelo e acessórios GruvGear. Palheta muda ataque, cabo muda ruído e organização muda confiabilidade. Em high-gain, esses detalhes aparecem mais do que parecem.

Rig

Setup atual

O setup de Marcelo Barbosa deve ser lido como um sistema de precisão para metal progressivo: guitarras Ibanez de resposta rápida, um rig programável como Kemper para organizar clean, base e lead, cordas com ataque estável e acessórios confiáveis para reduzir ruído e inconsistência de palco.

A página evita transformar cada vídeo em lista definitiva de compra; só entram como equipamento central os modelos e sistemas com fonte direta ou documentação pública consistente.

Caminho prático

Como chegar perto do som de Marcelo Barbosa

As opções abaixo mostram caminhos realistas para estudar a sonoridade de Marcelosem transformar equipamento em receita mágica. A referência explica a função musical; as alternativas mostram o que dá para preservar e onde começam os trade-offs.

Guitarra principal

3 caminhos
Referência
Ibanez RG Prestige / RG profissional
R$ 13.000–18.500

A referência é uma RG de nível profissional: braço rápido, construção estável, boa afinação e resposta clara para base e lead. É a escolha mais coerente quando o objetivo é tocar repertório técnico do Angra sem o instrumento virar obstáculo.

Intermediário
Ibanez RG421, RG350 ou RG652 usada
R$ 3.500–5.500

Mantém a lógica da família RG com custo menor. A diferença costuma aparecer em acabamento, ferragens e captadores, mas a ergonomia de superstrato e o acesso aos trastes continuam próximos do que importa para estudar Marcelo.

Acessível
Ibanez GRG121DX ou GRG170DX
R$ 2.800–4.400

A linha GIO preserva a ideia de superstrato Ibanez com resposta rápida e humbucker na ponte. A construção é mais simples e pode pedir upgrade de captação/regulagem, mas já entrega uma base coerente para estudar palhetada, afinação e acesso ao repertório técnico.

Rig programável

3 caminhos
Referência
Kemper Profiler
R$ 6.900–14.000

A referência entrega presets organizados, troca rápida de sons e consistência entre ensaio, palco e gravação. Para repertório longo, essa repetibilidade é tão importante quanto o timbre isolado do amp.

Intermediário
Line 6 HX Stomp, Boss GX-100/GT-1000 ou Valeton GP-200
R$ 2.100–7.100

A alternativa preserva a ideia principal: base, lead e clean em patches separados, com volume nivelado. A perda está em refinamento de modelagem e resposta, mas o usuário já consegue aprender organização de palco e controle de timbre.

Acessível
NUX MG-30, Valeton GP-100 ou Boss Katana com footswitch
R$ 2.600–3.500

Aqui o foco não é reproduzir a profundidade de um Kemper, mas manter a disciplina de patches: clean, base e lead com volumes coerentes. Para estudar Angra, essa organização já evita o erro comum de ter um som de base baixo e um lead alto demais.

Cordas e sinal

3 caminhos
Referência
Cordas Elixir + cabo Santo Angelo + palheta Dunlop
R$ 220–450

A referência cobre três pontos discretos, mas importantes: ataque das cordas, confiabilidade do cabo e consistência da palheta. Em high-gain, esses detalhes aparecem como menos ruído, melhor afinação percebida e resposta mais previsível.

Intermediário
D'Addario XS/NYXL + cabo Santo Angelo + Dunlop Jazz III/Tortex
R$ 200–400

Mantém a função principal com marcas fáceis de encontrar: corda com ataque estável, cabo confiável e palheta consistente. A diferença está mais em durabilidade e sensação do que em mudar radicalmente o timbre.

Acessível
D'Addario XL, SG ou NIG + Santo Angelo básico + Dunlop Tortex
R$ 100–250

A opção acessível ainda preserva o essencial: corda nova, cabo silencioso e palheta previsível. Para high-gain técnico, isso é muito melhor do que tocar com corda morta, cabo ruidoso e palheta mole.

Importante: as alternativas são leituras editoriais baseadas na função do som e nas fontes públicas citadas. As faixas de preço são estimativas reais de mercado, checadas em lojas e marketplaces brasileiros, mas não são preço fixo: podem variar por estoque, estado, condição do produto, importação, frete e forma de pagamento. Nenhuma opção alternativa é endossada pelo artista.

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Análises técnicas

Timbres analisados

Verificável

Fontes citadas

Equipamentos e dados técnicos só recebem destaque forte quando existe fonte direta ou referência confiável citada.