Baterista · BR
EC

Eloy Casagrande

Baterista brasileiro que marcou a fase moderna do Sepultura e depois entrou no Slipknot. Eloy é conhecido por impacto físico, precisão extrema e uma bateria que combina peso, controle e clareza de notas.

Bandas
Sepultura2011–2024Slipknot2024-presente
4Equipamentos
2Análises
2000sDesde
Sobre

Quem é Eloy Casagrande

Eloy é um dos bateristas brasileiros de metal com maior projeção internacional. A página da D'Addario/EVANS registra Eloy como baterista do Sepultura desde 2011, com participação em discos e DVDs da banda, além de destacar a trajetória precoce dele na bateria, incluindo concursos vencidos ainda na adolescência. O site oficial da TAMA, por sua vez, hoje lista Eloy no grupo Slipknot, o que marca a fase atual da carreira.

Para o Trastes, o recorte mais importante é a fase Sepultura, especialmente discos como Machine Messiah e Quadra. Eloy levou o Sepultura recente para uma bateria muito física, mas também muito controlada. O bumbo precisa ser lido em passagens rápidas, a caixa precisa ter corpo e os tons precisam aparecer como notas, não como ruído de virada.

O setup listado pela TAMA mostra uma configuração grande de Starclassic Bubinga Custom Finish, com quatro bumbos, vários tons, surdos e duas caixas. Esse dado é atual e ligado à fase Slipknot, então a página não usa esse kit como se fosse prova direta de gravação do Sepultura. O valor dele aqui é técnico: entender o tipo de resposta que Eloy busca em bateria moderna, com ataque, extensão e muita separação entre peças.

Na página da EVANS/D'Addario, os favoritos de Eloy incluem baquetas ProMark Classic Forward 5B Raw Hickory, pele de bumbo EVANS EMAD Heavyweight, Snare Side 500 e Blaster Snare Wire. Esses itens são úteis porque conectam o timbre a coisas que o baterista realmente sente: peso da baqueta, ataque de bumbo, resposta de caixa e controle de dinâmica.

Estilo

Estilo e timbre

O timbre de Eloy é grande, mas não solto. A bateria precisa soar pesada sem perder leitura: bumbo com ataque, caixa com corpo, tons afinados em notas claras e pratos que abrem sem cobrir o riff. O erro comum ao tentar aproximar esse som é pensar só em volume ou velocidade.

A escolha por EVANS EMAD Heavyweight no bumbo ajuda a entender a estética: ataque, grave controlado e durabilidade para tocar pesado. Baquetas ProMark 5B reforçam pegada e massa de ataque, enquanto os itens de caixa citados pela D'Addario ajudam na resposta seca e articulada.

Eloy é especialmente útil para o Trastes porque ensina que bateria pesada também é som de precisão. Se o bumbo duplo não soa uniforme, se os pratos cobrem tudo ou se a caixa não tem centro, a performance pode até parecer intensa, mas perde impacto dentro da banda.

Influências citadas
SepulturaSlipknotMetal modernoBumbo duploBateria brasileiraGroove metal
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1 item

Baterias

T

TAMA Starclassic Bubinga Custom Finish

TAMA·fase atual / Slipknot
Verificado

A página oficial da TAMA lista Eloy usando Starclassic Bubinga Custom Finish. O setup descrito inclui quatro bumbos, tons 10x7, 12x8, 13x9, surdos 16x14 e 18x16, além de caixas 14x6 e 14x6.5. É uma referência atual de palco, ligada à fase Slipknot, útil para entender a busca de Eloy por ataque e separação.

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Acessórios e controle

P

ProMark Classic Forward 5B Raw Hickory

ProMark·favoritos D'Addario / EVANS
Verificado

A página da D'Addario lista a Classic Forward 5B Raw Hickory entre os favoritos de Eloy. Baqueta 5B favorece peso de ataque, durabilidade e sensação física maior que uma 5A tradicional, o que combina com repertório de metal em volume alto.

E

EVANS EMAD Heavyweight Bass Batter

EVANS·favoritos D'Addario / EVANS
Verificado

Pele de bumbo listada entre os favoritos de Eloy. A EMAD Heavyweight é descrita pela EVANS como pele durável, com ataque aumentado e low end reforçado. Para estudar o som de Eloy, a função é clara: bumbo definido, pesado e controlado.

E

EVANS Snare Side 500 + Blaster Snare Wire

EVANS / PureSound·favoritos D'Addario / EVANS
Verificado

Itens de caixa listados entre os favoritos de Eloy na página da D'Addario. A função é resposta de caixa mais firme, articulação e presença em backbeats pesados. Não substituem afinação, mas ajudam a explicar por que a caixa de Eloy precisa ter centro e ataque.

Rig

Setup atual

O setup verificável mais recente de Eloy Casagrande passa pela TAMA Starclassic Bubinga Custom Finish na fase Slipknot e por favoritos EVANS/ProMark listados pela D'Addario.

Para estudar a fase Sepultura, a leitura precisa ser honesta: não atribuir automaticamente o kit atual às gravações antigas, mas usar essas fontes para entender a lógica sonora de Eloy Casagrande, baseada em ataque, volume físico e clareza de peça por peça.

Caminho prático

Como chegar perto do som de Eloy Casagrande

As opções abaixo mostram caminhos realistas para estudar a sonoridade de Eloysem transformar equipamento em receita mágica. A referência explica a função musical; as alternativas mostram o que dá para preservar e onde começam os trade-offs.

Bateria principal

3 caminhos
Referência
TAMA Starclassic Performer / Maple Birch
R$ 22.000–26.000

A Starclassic Bubinga exata é difícil de reproduzir no Brasil, principalmente em configuração grande. Uma Starclassic Performer preserva a ideia de kit TAMA profissional, com projeção, estabilidade e resposta mais refinada. O usuário ainda depende de afinação, peles e técnica para chegar perto da clareza física de Eloy.

Intermediário
TAMA Superstar Classic
R$ 9.000–11.000

A Superstar Classic entrega uma base TAMA coerente para estudar ataque e tons com nota, com custo bem menor que uma Starclassic. A perda aparece em refinamento, projeção e hardware, mas o caminho de estudo continua válido: bumbo claro, caixa afinada e pratos controlados antes de pensar em kit gigante.

Acessível
TAMA Imperialstar / Stagestar bem afinada
R$ 5.000–8.000

É uma solução de estudo e ensaio, não uma cópia de palco profissional. Ainda assim, uma TAMA de entrada/intermediária com peles corretas, afinação cuidada e pedal bem regulado permite trabalhar o essencial: regularidade de bumbo, caixa com centro e viradas limpas. O limite aparece em projeção e profundidade dos cascos.

Peles e baquetas

3 caminhos
Referência
EVANS EMAD Heavyweight + ProMark 5B
R$ 950–1.100

Essa combinação mexe diretamente no ataque: pele de bumbo com controle e baqueta 5B com mais massa. É uma forma mais realista de aproximar o comportamento do som de Eloy do que trocar de kit cedo demais. O resultado depende de afinação e de como o pé toca o bumbo.

Intermediário
EVANS EMAD2 / EQ4 + ProMark ou Vater 5B
R$ 600–900

Preserva a função de ataque e controle de bumbo com custo um pouco menor ou disponibilidade maior. A diferença aparece na resposta e na durabilidade, mas o usuário já consegue estudar bumbo definido e pegada consistente. Para metal moderno, isso pesa mais que estética de kit.

Acessível
Pele de bumbo controlada + baqueta 5B nacional/importada básica
R$ 250–500

É o mínimo coerente para estudar o conceito: bumbo com ataque e baqueta com massa suficiente. Não entrega a mesma sensação de produto premium, mas ajuda a sair do som embolado de pele cansada e baqueta leve demais. Antes de comprar pratos caros, esse ajuste costuma trazer mais resultado.

Importante: as alternativas são leituras editoriais baseadas na função do som e nas fontes públicas citadas. As faixas de preço são estimativas reais de mercado, checadas em lojas e marketplaces brasileiros, mas não são preço fixo: podem variar por estoque, estado, condição do produto, importação, frete e forma de pagamento. Nenhuma opção alternativa é endossada pelo artista.

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Análises técnicas

Timbres analisados

Verificável

Fontes citadas

Equipamentos e dados técnicos só recebem destaque forte quando existe fonte direta ou referência confiável citada.